sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

INCÓGNITA


Donna Boris

No brincar com o invisível amigo
Em diálogos que só a si fez escutar...
Do cantar em idioma desconhecido
A musica, que a ninguém fez entender...
Por amar colinas e montanhas isoladas,
Árvores solitárias e ser chamada de:
“Espírito da floresta”...
Por ter o coração sempre em melodia
E fazer da vida... O nada, comemorar...
Por tudo sempre agradecer...
E por muitos não aceitarem ou entenderem
O estranho ser de um SER...
Apenas dizem que sou... “Incógnita
”!