terça-feira, 6 de março de 2012

PARADOXAL CIBERNÉTICA

Donna Boris


Já me fiz entender
Penso...
Também... não tentaram nem tentar
Entender-me...
Acomodação...
Questionar fácil é
Ouvir a resposta
Dificuldade...
Se o meu falar distante parece
Põe em duvidas
A capacidade do sentimento
“Ping pong” existencial...
Mas, não meu.
Fazer o que muito se faz
É contexto de igualdade...
Prefiro um caminho diferente
De Paz e Luz presentes
Não colocando em duvida
O sentimento maior.
Sim... eu o escrevo
Em uma forma... minha.
Cada poeta nato tem:
Singularidade...
Nunca negada
Onde mora a beleza
Da personalidade poética.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

GRÃO

Donna Boris


Olhar e ver
Uma questão de sensibilidade.
Grãos, somos todos...
A escolha do Grão
Ou a descoberta
Do que se é...
Aí, mora a diferença.
Grão.. em terra ou
Na Terra... germinar...
Crescer... no brotar
Escolher... qualidade
Fruto... doce
Prolongando o momento
Sabedoria...
Grão... que desperta
Ternura e alegria
A cor do fruto
A essência da alma.
Grão presente
Conseqüência futura...
Grão... que Grão ser?
Tão fácil escolher
Ser... Grão de Amor
Mas... como falta coragem
Aos Grãos na Terra...

sábado, 4 de fevereiro de 2012

PROMESSA


Donna Boris


Não te prometo o sol
Sou amiga dele.
Nem te prometo a lua
Deixo-a em companhia das estrelas.
Não te prometo as estrelas... não!
Nem o sol... lua ou estrelas...
Só te prometo:
Nunca ofuscar tua Luz.

sábado, 28 de janeiro de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

POEMA AO NATAL

Donna Boris

Outra vez você chegou...
O tempo parece nem ter caminhado
As pessoas, agitadas no “consumo” da Paz
Festa de trocar presentes...
Festa de confraternização
Todos lembram o que
Por todo ano... quase esqueceram.
É Sr Natal... em teu nome
Os homens falam no amor
Falam de fé e de esperança...
Eu... vou fazer-te um pedido:
Na ceia... o amor seja o alimento
A veste nova... tenha sim
A cor da esperança
E que a casa... seja construída
E decorada de fé.
Assim... Sr Natal
Não será a data
Uma comercialização do sentimento
E sim a fraternidade
Falando em idioma universal.
E Feliz... de verdade seja
Feliz Natal!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

POETA

Donna Boris


Nas mãos
Um carinho, um aceno, um verso.
Um pensamento que toma forma
Nem sempre simples
Mas... transparente.
Nasce com timidez viva
Reflexo do espírito,
Ainda que a negue
Revela no escrever.
Na fala muda, das palavras,
Diálogos interiores...
Julgados, amados
Respeitados desde o inicio
Considerados pensadores.
A evolução em “retrocesso”
Adjetivos pejorativos
Na falta de informação
São dirigidos.
Encantados... encantadores!
Não tem como negar...
É equilíbrio da existência
E nenhuma ciência explica
O dom do Criador.
Acalanto, acalento
Da lagrima a alegria
Do silencio a canção.
Amar e amar
O infinito flutuante
Consolidado em poesia.
Que brilho a vida teria
Sem o sonho que matiza
O vôo da realidade
Só descrita pelo Poeta?