
Donna Boris
Tive que ser severa
E chamar atenção da menina
Que insiste ser ainda bailarina
E nas pontas dos pequenos pés... dançar...
Esquecendo os anos passados
Simples, leve... rodopia.
Veste-se de clara alegria
E nem liga o meu falar.
E enquanto a musica não cala
Enche de passos a sala
Com quase precisa evolução.
Mas do espelho se aproxima
E o sorriso da menina
Para... olha a mulher.
As mãos vão ao rosto suave...
Mira os olhos cheios de esperança
E o cabelo, que pouco mudou a cor.
Confronta o pensamento repreensivo.
Olha mais uma vez para si no espelho
E cantarola versos que mesma fez.
A dança é arte... eu sou poesia!
Não me divido em metades.
Poesia é dança de versos
E a dança o corpo em poesia!
Tive que ser severa
E chamar atenção da menina
Que insiste ser ainda bailarina
E nas pontas dos pequenos pés... dançar...
Esquecendo os anos passados
Simples, leve... rodopia.
Veste-se de clara alegria
E nem liga o meu falar.
E enquanto a musica não cala
Enche de passos a sala
Com quase precisa evolução.
Mas do espelho se aproxima
E o sorriso da menina
Para... olha a mulher.
As mãos vão ao rosto suave...
Mira os olhos cheios de esperança
E o cabelo, que pouco mudou a cor.
Confronta o pensamento repreensivo.
Olha mais uma vez para si no espelho
E cantarola versos que mesma fez.
A dança é arte... eu sou poesia!
Não me divido em metades.
Poesia é dança de versos
E a dança o corpo em poesia!
