quarta-feira, 20 de abril de 2011

APENAS

Donna Boris


Cálido surge
Tímido...
Meu escrever
Pausa...
A cor da noite
Incógnita...
Não confunde
Funde...
E não cala
Canta...
Verso bordo
Linha...
Teço o contexto
Tema...
Seria inseguro
Parar...
Lado a lado
Vida...
Entre horas
Esperança...
E na mente
Sonho...
Liberto no verso
Perpetua...
Meu Eu poeta
Voa...

sábado, 16 de abril de 2011

ESSA É A MINHA ESTRADA

Donna Boris


Depois que acordei
Conheci os cultivados
Sentimentos e mandamentos
Iluminei de fé a minha alma
De Paz o meu caminho...
Nada me faz mudar.
Colori a minha estrada
Perfumei... e
Por ela sempre vou visualizando
Cada momento seguinte
Para que a realização não demore
E a distancia encurte.
Tenho cuidado com os passos
Na fragilidade do caminho
Quanto... menos marcas deixar
Melhor será.
Marcas não servem
Lembranças sim... as boas
Que ficam escritas no
Livro da saudade.
Eu sou caminheira
De uma estrada longa...
Por vezes divido o caminhar
Outras... adoro a companhia
Dos habitantes da natureza.
Uma coisa é certa
A “solidão” nunca me fará companhia.
Ela sabe bem... por quê!?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

BEIJO DE NUVEM

Donna Boris


Suave... dia
Que horas passadas
Na atividade... insistem
Em cansar.
Na maneira que “vestes”
A vida
Faz-me vê-la em roupagem
Especial...
Sinto-me flutuar
No beijo de nuvem...


domingo, 10 de abril de 2011

SEMENTE DE ESTRELA

Donna Boris


Nasci alada...
O arquivo que trouxe
Sempre o torno leve
Para que não pese o meu sonho.
Divido o céu com pássaros
Borboletas... seres que
Sabem voar.
Eu aprendi a usar
As minhas asas.
Hoje vôo longe
Sempre que quero ir
E onde quero ir...
Não existe limite
Na ilimitada capacidade
Do pensamento.
Minha comunicação é plena
Fiz do amor
O meu transmissor
Em ondas de Paz
Guiadas pela energia da Luz.

domingo, 3 de abril de 2011

FASCINAÇÃO

Donna Boris


Encanta-me...
Antes que as estrelas
Se apaguem e
Eu de ti me perca.
Encanta-me...
Antes que o sono
Tome posse de todos
Todos os sonhos acordados.
Encanta-me...
Enquanto a alegria
Faz intenso o brilho
Do meu olhar.
Encanta-me...
Porque na vida
És o meu encantamento
Destino e vôo...
É apenas noite...
Todas as estrelas
Mesmo as mais longínquas...
A nós... pertencem.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

SOS... TERRA

Donna Boris


Em uma casa
Longe da mente repressora
E fugindo aos padrões
Que dita uma sociedade aparente
Fiz a minha morada.
Aqui... desperto em paz.
Respiro o ar da manhã
Onde a poluição matadora existencial
não tem coragem de vir.
Dito as regras... dito o meu caminho.
Tenho a lista do meu dia
No pensar consciente
Não sigo modismo...
Nem mesmo sou
A solidária da catástrofe.
Todos os dias se vive
E o bem existe para ser
Praticado cotidianamente.
Um sorriso que afaste a tristeza
Não tem menos valor que
Uma garrafa com água para matar a sede.
Ou.. um agasalho que aqueça do frio.
Somos todos “UM”...
Porque nosso planeta é Terra
Única a todos.
A prática não continua
Da humana solidariedade
Torna raro e chama atenção
No momento visto.
Irmãos... filhos de uma mesma
Mãe Terra.
Por que só lembrar quando
A cobrança fala alto
Grita o sofrimento
E brada a destruição da morte?
Faz tanto tempo que
A Terra pede Socorro...
Socorro...
Por que humanos?
Humanos?