quarta-feira, 13 de abril de 2011

BEIJO DE NUVEM

Donna Boris


Suave... dia
Que horas passadas
Na atividade... insistem
Em cansar.
Na maneira que “vestes”
A vida
Faz-me vê-la em roupagem
Especial...
Sinto-me flutuar
No beijo de nuvem...


domingo, 10 de abril de 2011

SEMENTE DE ESTRELA

Donna Boris


Nasci alada...
O arquivo que trouxe
Sempre o torno leve
Para que não pese o meu sonho.
Divido o céu com pássaros
Borboletas... seres que
Sabem voar.
Eu aprendi a usar
As minhas asas.
Hoje vôo longe
Sempre que quero ir
E onde quero ir...
Não existe limite
Na ilimitada capacidade
Do pensamento.
Minha comunicação é plena
Fiz do amor
O meu transmissor
Em ondas de Paz
Guiadas pela energia da Luz.

domingo, 3 de abril de 2011

FASCINAÇÃO

Donna Boris


Encanta-me...
Antes que as estrelas
Se apaguem e
Eu de ti me perca.
Encanta-me...
Antes que o sono
Tome posse de todos
Todos os sonhos acordados.
Encanta-me...
Enquanto a alegria
Faz intenso o brilho
Do meu olhar.
Encanta-me...
Porque na vida
És o meu encantamento
Destino e vôo...
É apenas noite...
Todas as estrelas
Mesmo as mais longínquas...
A nós... pertencem.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

SOS... TERRA

Donna Boris


Em uma casa
Longe da mente repressora
E fugindo aos padrões
Que dita uma sociedade aparente
Fiz a minha morada.
Aqui... desperto em paz.
Respiro o ar da manhã
Onde a poluição matadora existencial
não tem coragem de vir.
Dito as regras... dito o meu caminho.
Tenho a lista do meu dia
No pensar consciente
Não sigo modismo...
Nem mesmo sou
A solidária da catástrofe.
Todos os dias se vive
E o bem existe para ser
Praticado cotidianamente.
Um sorriso que afaste a tristeza
Não tem menos valor que
Uma garrafa com água para matar a sede.
Ou.. um agasalho que aqueça do frio.
Somos todos “UM”...
Porque nosso planeta é Terra
Única a todos.
A prática não continua
Da humana solidariedade
Torna raro e chama atenção
No momento visto.
Irmãos... filhos de uma mesma
Mãe Terra.
Por que só lembrar quando
A cobrança fala alto
Grita o sofrimento
E brada a destruição da morte?
Faz tanto tempo que
A Terra pede Socorro...
Socorro...
Por que humanos?
Humanos?

quarta-feira, 23 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

TRANSIÇÃO

Donna Boris


Tantas explosões
Vidas que se vão
Eu... filha da natureza
Fico a pensar:
Tantas explosões
Vidas que se vão
Tempo dos tempos... e mais.
Vidas que ficam
No amanhecer do dia
Desabrocham lágrimas...
O perdão que não foi dito
Nem a declaração de amor...
Dia confuso
Eu... não.
Não me perdi no tempo
Menos me encontrei com o vento
Nem fui a esperança do nada.
Vida... estrada!
Filha da natureza... sou.
Abençoa o momento bendito
Abençoa o filho... e o filho do filho
E os que não sabem se vem.
Natureza bendita
Companhia etérea
Eterna aos seres.
Vá... no ar... no vento do movimento
No tempo do sempre
No sempre da vida
Além do Amém.